quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Não vim destruir a lei

como sabemos, para que o funcionamento das coisas se dê de forma eficaz e, na medida do possível, adequada, existem leis. leis são normas [consensuais ou não] que determinam a conduta comportamental de um contexto.

no que diz respeito à religião, existem as leis do antigo testamento, personificada na figura de Moisés; e as leis do novo testamento, personificada na figura do Cristo. o antigo testamento exemplifica o tipo de lei transitória, que serve para fins imediatos, com caráter civil e/ou disciplinar, adaptável aos costumes do povo ao qual ela se aplica, e passível de variações ao longo do tempo. o novo testamento configura-se no conjunto de leis atemporais e aplicáveis a quaisquer seres, e tem um caráter divino.

Moisés precisava manter seu povo sob controle, e, para isso, atribuiu às suas leis uma origem divina para que o povo, naturalmente turbulento, indisciplinado e temente pudesse ser mantido sob esse temor. algo semelhante à famosa frase "olha! não faz isso senão Deus castiga, menino!".

as leis do novo testamento são aquelas anunciadas no monte sinai. Jesus, ao anunciá-las, o fez de maneira a apenas lançar o germe dessas verdades, sem tê-las esclarecido, pois não seriam compreendidas na época.

o espiritismo, doutrina que estuda os fenômenos do plano espiritual e sua aplicação em todos os planos, é também uma ciência, que procura revelar aos homens a existência do mundo espiritual e sua relação com o mundo material. a roupagem usada para essa apresentação abandona qualquer relação com o fantástico ou o maravilhoso. o espiritismo é objetivo e apresenta provas de suas afirmações. é a terceira revelação da lei de Deus, embora não esteja personificado em ninguém. seus ensinamentos nos são transmitidos por um corpus de espíritos presentes em todas as partes do planeta. é um ser coletivo. e essa doutrina não nega o ensinamento do Cristo, mas o desenvolve, completa e explica em termos claros o que outrora fora dito somente de forma alegórica e/ou metafórica.

a ciência e a religião são os dois alicerces da inteligência e da existência humana. a primeira trata das leis do mundo material e a segunda, das leis do mundo moral. as duas têm seu princípio em Deus, logo, não podem contradizer-se. no decorrer dos séculos, por uma falha de observação e pelo excesso de esclusivismo de uma de outra parte, ocorreu uma cisma que gerou a incredulidade e a intolerância de uma sobre a outra. não digo isso de forma a generalizar, mas é o que se observa em grande parte do mundo.

entre elas, é necessária uma ligação, algo que preencha o espaço que as separa atualmente. esta ligação é o entendimento entre as relações da lei do mundo espiritual com a lei do mundo corporal. aos poucos, essa consciência está sendo formada pelas pessoas. os retardatários serão levados pelo movimento coletivo. é dessa forma que a revolução moral acontece.

agradeço o carinho dos leitores do blog. curiosamente, eles não comentam aqui, mas vêm pessoalmente conversar comigo. um beijo a todos e boa semana pra gente!

Fonte: O evangelho segundo o espiritismo - Cap. I - v.1-8.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Fora da Igreja não há salvação - fora da verdade não há salvação

oi, povo!
existe uma sutil diferença entre as frases: "fora da Igreja não há salvação" e "fora da caridade não há salvação". alguém se oferece para dizer qual é?

bem, pelo que entendi da leitura da última quarta-feira, dia 11 de novembro, a primeira define um dogma, enquanto a segunda define um princípio universal.

na Igreja [com "i" maiúsculo mesmo], a tão desejada felicidade eterna e a salvação dependem do quanto a pessoa é disciplinada e dedicada aos dogmas particulares desta Igreja. é uma fé específica em determinado deus, em determinadas regras, as quais não são gerais a todos os seres. é uma fé que separa os que "têm fé de verdade" dos que "crêem em enganos".

já na idéia de caridade está, como dito anteriormente, o princípio universal de que todos os filhos de Deus têm condições de alcançar a felicidade suprema através dela. é uma fé geral e que pode ser aplicada e praticada a todos e por todos os seres. a idéia de caridade une ao invés de separar os indivíduos em "fé de verdade" e "fé de mentira", de acordo com as leis dos homens.

nós, espíritas, acreditamos na caridade como preceito básico para auxiliar no crescimento pessoal e espiritual. ela é a idéia primeira que permeia tudo o que temos por verdade.

"a máxima 'fora da caridade não há salvação' é a consequência do princípio da igualdade perante Deus e da liberdade de consciência. tendo-se essa máxima por regra, todos os homens são irmãos, e seja qual for a sua maneira de adorar o Criador, eles se dão as mãos e oram uns pelos outros." (p. 201)

outra coisa interessante sobre essa leitura é a comparação entre "verdade" e "Igreja" como sinônimos, quando essas frases são usadas para afirmar a soberania de uma verdade religiosa sobre todas as outras. numa era como a nossa, no chamado "século do pensamento e do intelecto", como pode algum homem querer ter a verdade absoluta, eis que assistimos diariamente à ciência expandindo descobertas e aliando-se cada vez mais aos assuntos de ordem espiritual? não seria mais fácil aceitarmos nossa condição de humanos errantes e aprendizes? creio que seria mais digno e mais verdadeiro.

quando alguém começa a discursar pra mim sobre "o erro em ser espírita, sobre os enganos de 'deuses falsos' e toda sorte de fantasmas assustadores que vêm do além", eu digo pra pessoa que, antes de tudo, eu creio na caridade. que o meu Deus é o mesmo que o dela, embora chamdo por outros nomes, e que ele está em tudo. em todos nós. é necessário que os homens entendam que cada um sabe de uma verdade relativa, que varia de acordo com o seu adiantamento espiritual individual. logo, a tal verdade absoluta não pode ser praticada igualmente por pessoas em níveis espirituais diferentes, mas a caridade pode ser praticada por todos. termino com as palavras dos espíritos que fecham esse versículo:

"o espiritismo, de acordo com o evangelho, admitindo que a salvação independe da forma de crença, contanto que a lei de Deus seja observada, não estabelece: fora do espiritismo não há salvação, e como não pretende ensinar toda a verdade, também não diz: fora da verdade não há salvação, máxima que dividiria em vez de unir, e que perpetuaria a animosidade." (p. 202)

boa semana pra todos nós!
um beijo!

Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo - Cap. XV - vs. 8, 9, 10

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

A Prece

“A forma não é nada, o pensamento é tudo. Faça cada qual a sua prece de acordo com as suas convicções, de maneira que mais lhe agrade, pois um bom pensamento vale mais do que numerosas palavras que não tocam o coração”.

Muito se tem dito a respeito da prece, mas muito pouco ainda conhecemos do seu mecanismo de funcionamento. Por isso mesmo, pouco a valorizamos, e por vezes até a esquecemos.

Mas o que vem a ser uma Prece? Qual a sua importância? Por quem devemos orar? Qual a sua eficácia?

Definir o que venha a ser uma prece é algo complicado, difícil. Entre várias definições, inúmeras teorias e uma vasta lista conceitos, poderíamos dizer que a prece é uma invocação e que por meio dela pomos o pensamento em contato com o ente a quem nos dirigimos.

Sua importância se dar na manutenção, digamos assim, da harmonização de nossa mente e espírito. Se não limparmos o nosso psiquismo, os espíritos luminosos se afastam(mesmo que temporariamente), favorecendo a ação de espíritos endurecidos.

E assim, também se mostra as necessidade de orarmos primeiramente por nós mesmos, por nossos parentes, pelos nossos amigos e inimigos, deste e do outro mundo; devemos orar pelos que sofrem e por aqueles por quem ninguém ora.

Como toda ação tem uma reação. Como para cada atividade há uma finalidade. Na prece podemos verificar sua eficácia, que esta na dependência da renovação íntima do homem, em que deve prevalecer a linguagem do amor, do perdão e da humildade para que ele possa assim, de coração liberto de sentimentos negativos, agradecer a Deus a dádiva da vida.

“Vigiai e Orai”. Foi o que nos recomendou o Mestre.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Caridade

Caridade. Esse foi e é o tema. Recentemente, em mais uma realização de nossas reuniões, a conversa pairou sobre o tema do título do post. E como sempre as questões sempre emergem para o nosso consciente.

Que lhe aconteceu, caridade? Já faz tempo que não se ouvi esta palavra. Só percebemos como tem sido detratada, entrada em desuso. Hoje, parece que a caridade não é mais uma “virtude”, mas um ato vergonhoso.

Há algum tempo percebemos que o termo caridade vem se modificando, ganhando nova roupagem talvez. Hoje se pode dizer que a nova termologia associada a ela seria a responsabilidade social?

Mas nós, espíritas ou aprendizes da doutrina, temos a noção de que o conceito de caridade tem características sutis, mas diferenciais das acepções de responsabilidade social ou solidariedade.

Tudo isso, porque, percebe-se a caridade é um ato voluntário, o exercício do livre arbítrio. Sem livre arbítrio, não existe caridade e nem mérito, e mais que isto, economicamente falando, também não existe o melhor julgamento quanto à quantificação dos recursos a serem utilizados. Por meio do livre arbítrio, o agente caridoso pode julgar quais e quanto de seus recursos (dinheiro, bens, ou seu próprio trabalho) serão usados em favor do necessitado, e quanto pode sacrificar de seu próprio bem-estar, ou de outras pessoas sob a sua responsabilidade, para o exercício de tal tarefa.

A caridade pode originar de um sentimento humanista ou religioso, mas tanto faz: justamente por ser um ato livre, denuncia a compaixão, a piedade, e o juízo por parte do praticante, como bem atesta a parábola do bom samaritano. O espiritismo, embora recomende, não obriga seus adeptos à prática. E com razão: como poderia alguém merecer o “céu” por atos que pratica por obrigação?

Em contrapartida, a pessoa socorrida também faz com que o sentido da caridade se complete. Ao despir-se do orgulho e da inveja, também ela, ao mesmo tempo, a pratica, ao dar esta oportunidade a quem, talvez pela primeira vez, esteja tentando ser útil. Nenhum de nós está livre de necessitar ajuda. Ocupamos todos corpos frágeis, e nossas riquezas materiais são voláteis, de modo que não há vergonha a ninguém por receber uma mão amiga em algum momento da vida.

Para o nosso grupo estas são, portanto, as características da caridade: amor ao próximo, desapego, ausência de contraprestação, respeito mútuo, discrição, gratidão, não abuso, andar com as próprias pernas assim que possível.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

estudo da prece "Pai-Nosso"

na reunião dessa quarta-feira, a leitura não foi escolhida aleatoriamente. antes de começarmos, uma estranha preguiça pairava no ar. não só aqui em casa. ao conversar com alguns amigos pela internet, vi que havia algum tipo de “sintonia de lentidão” rolando entre algumas pessoas. fui então, em busca do livrinho que ganhei do pedro na semana passada: em “coletânea de preces espíritas” encontrei o que julguei ser o mais apropriado para se pensar hoje: o que a oração do Pai-Nosso nos traz? não sei ainda qual a relação entre a tal da preguiça e essa leitura, mas sei que ela trouxe a todos na reunião esclarecimentos de várias naturezas, e com certeza todos nós encontramos utilidade em pelo menos um dos comentários. ao esmiuçar a prece [que, muitas vezes, repetimos mecanicamente sem nos dar conta da sua beleza e verdade] em pequenos trechos, é possível vislumbrar com mais profundidade seus significados implícitos. segue:

I.  Pai-Nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome!
cremos em Deus, uma força superior que tudo criou e de tudo cuida. todas as obras contém uma prova de sua solicitude paternal. orgulhoso aquele que não vos glorifica e ingrato aquele que não vos rende ações de graça.

II. venha o vosso reino!
Deus nos deu leis plenas de sabedoria e que nos levam à felicidade e à evolução em todos os âmbitos [material, pessoal e espiritual]. se todos nós atentássemos para sua lógica, nos ajudaríamos mutuamente, o forte sustentaria o fraco ao invés de esmagá-lo, os abusos e os excessos perderiam toda a razão de existir. aos animais, Deus proporcionou o instinto, e isto lhes basta. ao homem, além do instinto, também foram dados inteligência, razão e livre-arbítrio. desse poder nos dado nascem todas as vicissitudes e situações com as quais nos deparamos, e só quando entendermos realmente que a raíz dos nossos problemas está em nós mesmos, poderemos então caminhar rumo ao entendimento.

III. seja feita a vossa vontade, na terra, como no céu!
se um filho ao pai deve submissão, imaginemos nós em relação a Deus. mas essa submissão não deve ser entendida como algo pejorativo ou depreciativo. nossa submissão compreende nossa caminhada de evolução. tal como a criança que aprende a caminhar, cai, se levanta, insiste, nós também nos amparamos nele em cada passo conquistado, seja em fase terrena ou desencarnada.

IV. dai-nos o pão nosso de cada dia.
meios para adquirirmos o alimento para o sustento do corpo, conseguido com “o suor da nossa fronte”; e o alimento para o espírito, conseguido com a atividade e os recursos da sua inteligência, eis que somos criados livres.

V. perdoai as nossas dívidas como nós perdoamos àqueles que nos devem. perdoai nossas ofensas, como perdoamos àqueles que nos ofenderam.
cada infração é uma dívida contraída, e deverá ser paga cedo ou tarde. pedimos sempre a compreensão Divina para que nos ilumine no caminho certo, para que não ofendamos mais, para que sejamos serenos para perdoar o erro do nosso semelhante. é extremamente importante não dar continuidade a ciclos viciosos para o mal.

VI. não nos abandoneis à tentação, mas livrai-nos do mal.
eu, quando oro o Pai-Nosso, sempre digo “...não nos deixeis cair em tentação E livrai-nos do mal”, pois é assim que entendo. não sucumbir a tentações E, consequentemente, não praticar o mal. alguém discorda?

VII. assim seja.
dessa forma, reiteramos nossa vontade em fazer cumprir a vontade de Deus, dirigindo a ele nossa prece e entregando em suas mãos nossos melhores pensamentos. podemos, nessa hora e durante toda essa oração, mentalizar entes que julgamos necessitar dela com urgência, pedir por amigos e inimigos e dirigir a essa (s) pessoa (s) nossas energias benéficas.

pra mim, o Pai-Nosso define, numa oratória linda e serena, tudo o que somos. é a síntese do nosso caminho rumo a planos existenciais superiores, que usem como armas somente a conversa serena e o amor incondicional.

bom dia a todos!

Fonte: Coletânea de preces espíritas [p. 40, n. I – Preces Gerais, v. 2 e 3].

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Muitos os chamados e poucos os escolhidos

na reunião da última quarta [dia 14] tivemos um pouco de dificuldade pra entender o que a leitura nos dizia. só depois de desenharmos um esquema de analogias foi que as idéias clarearam! vejam:

A parábola da festa de núpcias conta a história de um rei que preparava as bodas de seu filho e mandou que seus servos chamassem os convidados, mas teve uma resposta negativa destes. convidou de novo e de novo o convite foi recusado, porque as pessoas estavam muito ocupadas indo para suas casas de campo ou para o tráfico. alguns desses convidados, não contentes somente em recusar o convite do rei, também mataram os servos. sabendo disso, o rei mandou seus exércitos para que acabassem com aqueles homicidas, e pôs fogo à sua cidade. fez outro banquete, e dessa vez mandou que chamassem qualquer um que encontrassem pelo caminho, maus e bons. um tempo depois, já no banquete, o rei percebeu que à mesa estava um homem sem a veste nupcial. o homem permaneceu mudo quando o rei o perguntou porque estava naqueles trajes. diante disso, os ministros foram acionados e ataram as mãos e os pés desse homem, lançando-o nas trevas exteriores, onde havia choro e ranger de dentes, porque são muitos os chamados e poucos os escolhidos.

e aí? ficamos por muito tempo não entendendo qual era o problema de o homem estar à mesa sem os trajes, porque, afinal, o rei mandou que chamassem quaisquer homens, bons e maus. a analogia que pensamos foi a seguinte:

o rei representava o reino dos céus
fazer as bodas do filho significa receber alguém desencarnado
os servos são os “chamadores”
os convidados são os “chamados”
a veste nupcial só é vestida pelos “escolhidos” [por quem tem o coração puro ou a intenção pura]

então, quem não tem o coração puro deve estar em planos inferiores para que sua evolução se dê de forma gradativa e possível de ser entendida por esse alguém. nessa hora, lembramos que as parábolas têm esse teor denso, eis que foram, por muito tempo na História, usadas para disciplinar povos rústicos e fazê-los entender certos acontecimentos do universo usando ilustrações familiares para eles.

gostaria que os leitores comentassem a respeito, porque estamos apenas expondo o que entendemos da leitura, mas temos consciência de que podemos ter nos equivocado e que outras interpretações [talvez até mais claras] são possíveis.

boa tarde a todos e desculpem-me pelo atraso para postar.
um abraço!


Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo [Cap. XVIII, vs. 1 -2]

domingo, 11 de outubro de 2009

O mal e o remédio

Noite de quarta feira, 19:30 horas, duas pessoas dispostas a encontrar uma forma de viver melhor, uma dupla disposta a impregnar o mundo de ternura. Foi assim que aconteceu mais uma reunião de nosso grupo. O tema de estudo do dia? O mal e o remédio. Mais uma vez, o texto se apresentava de autoria de Santo Agostinho.


Ao desenrolar da leitura a gente vai começando a estruturar algumas conclusões sobre o estudo. E interpretamos que o sofrimento, ao invés de ser uma desgraça, constitui a oportunidade dada por Deus para corrigir nossos erros. Na fé encontramos o remédio seguro do sofrimento. Ela nos permite ver que as maiores dores de hoje são o prenúncio da felicidade que nos aguarda amanhã. E quando sentimos dores, procuramos remédios para os males que nos afligem. E qual seria esse remédio? E a resposta vem nas linhas seguintes. Afirmando que a fé é o remédio seguro para o nosso sofrimento, mostra sempre os horizontes do infinito, diante dos quais pouco representa os maus dias do presente. Já que todo aquele que crê é forte pelo remédio da fé e aquele que duvida é punido pelas angústias das aflições.


E durante as linhas que se mostravam, uma nova indagação surgia: Como conseguir tal medicamento? E percebemos que só é possível pelo estudo de nossos pontos fracos, analisando nosso comportamento e reações, pela prática incessante do bem, como roteiro de vida. O enfermo descrente da ação de todos os remédios é o primeiro a trabalhar contra o próprio restabelecimento.


Assim, o texto mostra que aquele que sofre e tem fé ficará sob a égide do Senhor e sofrerá menos. Os momentos das mais fortes dores lhe serão as primeiras notas de alegria na eternidade. Já que a fé representa dever de raciocinar com responsabilidade de viver.


Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo [Cap. V - v. 19]